<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>AMO &#187; KEYWORDS</title>
	<atom:link href="http://www.amodesign.com.br/blog/?feed=rss2&#038;tag=keywords" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.amodesign.com.br/blog</link>
	<description>BLOG</description>
	<lastBuildDate>Sat, 16 Mar 2013 20:44:46 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.5.1</generator>
		<item>
		<title>CHUEK</title>
		<link>http://www.amodesign.com.br/blog/?p=583</link>
		<comments>http://www.amodesign.com.br/blog/?p=583#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 26 Mar 2012 01:52:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Belo</dc:creator>
				<category><![CDATA[CRIATIVIDADE]]></category>
		<category><![CDATA[VALOR]]></category>
		<category><![CDATA[KEYWORDS]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.amodesign.com.br/blog/?p=583</guid>
		<description><![CDATA[Erros de português dão o que falar. No mundo virtual, a circunstância aparece no oportunismo de capturar esses pequenos deslizes. Descontraída a reportagem sobre keywords, no Valor. Vá a &#8216;Maiami&#8217; e traga um &#8216;home teacher&#8217; Por Cibelle Bouças Griselda Pereira trabalhou por anos com serviços gerais, mas ficou milionária ao acertar um jogo da Mega [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Erros de português dão o que falar. No mundo virtual, a circunstância aparece no oportunismo de capturar esses pequenos deslizes. Descontraída a reportagem sobre keywords, no <a href="http://www.valor.com.br/empresas/2583706/va-maiami-e-traga-um-home-teacher" target="_blank">Valor</a>.</p>
<p><strong>Vá a &#8216;Maiami&#8217; e traga um &#8216;home teacher&#8217;</strong><br />
<em>Por Cibelle Bouças</em></p>
<p>Griselda Pereira trabalhou por anos com serviços gerais, mas ficou milionária ao acertar um jogo da Mega Sena. Tornou-se empresária e, com pouco tempo de folga, passou a comprar itens pela internet. Griselda acessa um site de buscas e inicia a pesquisa de vários produtos: um &#8220;edredoum&#8221;, um &#8220;home teacher&#8221;, um DVD dos &#8220;Smorfes&#8221; e uma passagem &#8220;aéria&#8221; para &#8220;Maiami&#8221;. Os resultados dessas buscas? Griselda comprou o seu edredom na Portcasa, o home theater, no Mercado Livre. As passagens para Miami ela adquiriu na Viajanet. E trocou o DVD de &#8220;Os Smurfs &#8211; O Filme&#8221; pelo serviço de vídeo sob demanda da Netmovies.</p>
<p>Griselda é um personagem fictício, mas os exemplos acima &#8211; de buscas na internet com erros de ortografia &#8211; são todos reais. Por pressa ou desconhecimento da língua portuguesa, boa parte das pesquisas tem erros de grafia. Os serviços de busca do Google, do Yahoo e da Microsoft (Bing) desconsideram os erros de acentuação, de tão comuns que eles se tornaram. A alta incidência de erros, no entanto, tem feito grandes empresas pagarem mais por palavras erradas nos leilões dos chamados links patrocinados &#8211; os anúncios pagos que aparecem com os resultados das pesquisas on-line.</p>
<p>Do total de palavras escolhidas pelas empresas para associar às suas marcas, 15% dos termos contêm algum erro, o que vai da troca de letras à pesquisa de expressões esdrúxulas, como &#8220;home teacher&#8221; ou &#8220;holmer theater&#8221;. O que o consumidor queria, claro, é um home theater.</p>
<p>&#8220;Muitos consumidores buscam o termo incorreto, mas compram. É preciso ver esse problema como oportunidade&#8221;, diz Igor Lima, gerente de negócios para o mercado imobiliário do Google.</p>
<p>A OLX, empresa de classificados gratuitos na internet, negocia permanentemente cerca de 1 milhão de palavras, incluindo termos errados. Rodrigo Ribeirão, diretor-presidente da OLX para Brasil e Portugal, diz que só as buscas por nomes de empresas com erro representam 13% do total. A escolha dos termos errados baseia-se em buscas feitas por usuários no site da OLX e em sugestões dos sites de busca. &#8220;É uma ação de tentativa e erro, com a qual fica mais fácil identificar quais os termos mais procurados.&#8221;</p>
<p><em>A Netmovies já achou casos como &#8220;relry potter&#8221; e &#8220;reyi port&#8221;, para Harry Potter, e &#8220;Chuek&#8221;, para Shrek</em></p>
<p>O caso mais emblemático de escolha acertada de um termo com erro é o da Tecnisa. A incorporadora compra em média 400 mil palavras nos serviços de buscas, sendo 60 mil com erros. A Tecnisa pagava R$ 0,05 por clique de usuário que pesquisasse &#8220;gravides&#8221; (gravidez) e clicasse no seu link patrocinado. Havia pouca demanda pela palavra, até que a Tecnisa vendeu um apartamento de R$ 380 mil a uma usuária que pesquisou o termo e se interessou pelo anúncio. O resultado foi uma corrida pela palavra, cujo preço subiu para R$ 4 por clique. Romeo Busarello, diretor de marketing da Tecnisa, diz que 40% das vendas da incorporadora são feitas na internet. Desse total, 60% começam em uma busca do Google. &#8220;Tenho que ser encontrado pelo consumidor, não importa como ele pesquisa&#8221;, diz o executivo.</p>
<p>Para a locadora Netmovies, descobrir o que o internauta pesquisa é às vezes uma missão quase impossível. Há erros em títulos, nomes de atores e de diretores. Claudia Quintella Woods, diretora de marketing da empresa, diz que metade das cerca de 1,2 milhão de palavras-chaves que negocia contém erros. Entre os casos mais estranhos estão &#8220;fime smanfer&#8221;, &#8220;smofes&#8221; e &#8220;esmorfes&#8221; para &#8220;Os Smurfs &#8211; O Filme&#8221;; &#8220;fimenes pornogrates&#8221; (filmes pornográficos); &#8220;fimes bruna sufixinha&#8221; (&#8220;Bruna Surfistinha&#8221;); &#8220;rereporte&#8221;, &#8220;relry potter&#8221; ou &#8220;Reyi port&#8221; (Harry Potter); &#8220;Chuek&#8221; (Shrek); &#8220;fimes com estives cegal&#8221; (filmes com o ator Steven Seagal). &#8220;É um desafio entender o que o internauta procura para oferecer o filme&#8221;, afirma.</p>
<p>Cristiana Braz, diretora de pós-vendas do Yahoo no Brasil &#8211; responsável também pela área de links patrocinados do Bing, da Microsoft -, afirma que os setores que mais compram palavras-chaves são os de imóveis, turismo, aéreo e de comércio eletrônico. Entre os que mais adquirem palavras com erros estão os de eletroeletrônicos, turismo e vídeos sob demanda.</p>
<p>O Mercado Livre negocia em média 12 milhões de termos. Desse total, 15% contêm erros. Os casos mais comuns são os de produtos com nomes em inglês, diz Helisson Lemos, diretor-geral da empresa. Na lista entram &#8220;blutuf&#8221; (para bluetooth), &#8220;aiped&#8221; (para iPad) e &#8220;ismartifone&#8221; (para smartphone).</p>
<p>Alex Todres, sócio-fundador da Viajanet, também observa um grande volume de pesquisas com erros na área de turismo, como &#8220;Maiami&#8221; e &#8220;Disnei&#8221;. Para cada grupo de 100 palavras-chaves que a Viajanet compra, 20 contêm erros. &#8220;A pressa e o desconhecimento da língua são as principais causas para esse cenário&#8221;, afirma Todres.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.amodesign.com.br/blog/?feed=rss2&#038;p=583</wfw:commentRss>
		<slash:comments></slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
