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	<title>AMO &#187; LIDERANÇA</title>
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		<title>CRIA</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Mar 2012 19:58:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Belo</dc:creator>
				<category><![CDATA[CRIATIVIDADE]]></category>
		<category><![CDATA[LIDERANÇA]]></category>
		<category><![CDATA[TRABALHO]]></category>

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		<description><![CDATA[O Alphen sempre consegue tocar no ponto, em poucas palavras. Espantoso o post sobre o que pode ser o início do fim. Diretor e Criação, duas palavras que se conjugam com dificuldade Assim como o melhor dos jogadores não dá um bom técnico, o melhor dos técnicos nem sempre cria o melhor dos dirigentes. No [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="http://www.alphen.com.br/" target="_blank">Alphen</a> sempre consegue tocar no ponto, em poucas palavras. Espantoso o <a href="http://www.alphen.com.br/2012/03/19/diretor-e-criacao-duas-palavras-que-se-conjugam-com-dificuldade/" target="_blank">post</a> sobre o que pode ser o início do fim.</p>
<p><strong>Diretor e Criação, duas palavras que se conjugam com dificuldade</strong></p>
<p>Assim como o melhor dos jogadores não dá um bom técnico, o melhor dos técnicos nem sempre cria o melhor dos dirigentes. No entanto, embora a afirmação futebolística pareça óbvia, a constatação é menos evidente em outras paragens.</p>
<p>A ordem natural das coisas nas agências de propaganda é virar diretor, mas a natureza do negócio é cheia de caprichos.</p>
<p>Galgar as escadarias do Olimpo publicitário contraria o senso comum: ser bom tecnicamente (mesmo que a técnica seja a criatividade) é pouco ou nada.</p>
<p>As agências, mesmo as que se orgulham de um processo artesanal ou aquelas que se outorgam excelência gerencial, são organismos capitalistas primitivos. Ainda parece fazer sentido promover o bom criativo a diretor de criação e qualquer bom operário a chefe.</p>
<p>O sentido dessa lógica ainda está baseada na presunção de julgamento: quem é bom naquilo que faz (ou fez), deve saber julgar adequadamente o que os outros fazem. O bom diretor sabe separar o que presta do que não presta.</p>
<p>Certo? Errado porque é esquecer das duas principais molas motivadoras do negócio publicitário: o frescor e a vaidade.</p>
<p>Quanto mais se sobe na hierarquia, mais distante se fica da prática. Em um negócio tão dinâmico, tão suscetível a tendências, tão superficialmente maleável, a falta de prática enferruja e caduca o mais brilhante dos cérebros.</p>
<p>Por outro lado, a vaidade é um energético quando se pratica mas um purgante quando se julga. É um tour de force psicológico conseguir avaliar com generosidade quando já se esteve no lugar do avaliado. É uma violência para a autoestima depois de anos de elogios e louros acumulados.</p>
<p>Pois o bom diretor não é necessariamente o melhor dos técnicos. Precisa de outras qualidade que não foram necessariamente treinadas e aprendidas.</p>
<p>Dirigir significa treinar e incentivar, antes de julgar.</p>
<p>É estimular a colaboração e inspirar antes de sentar na cadeira de Salomão.</p>
<p>É principalmente lutar contra a tentação de transformar em seu aquilo que é do outro. </p>
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		<title>START-UP</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Sep 2011 02:42:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Belo</dc:creator>
				<category><![CDATA[EMPREENDEDORISMO]]></category>
		<category><![CDATA[FOLHA]]></category>
		<category><![CDATA[LIDERANÇA]]></category>

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		<description><![CDATA[Texto bom de ler do Julio Vasconcellos (Peixe Urbano), desta quinta, na Folha. Descrição de cargo: CEO de &#8216;start-up&#8217; Uma função essencial da liderança é contratar uma equipe que seja melhor do que a própria liderança UM BELO dia ao acordar me deparei com uma nova realidade em minha vida: estava à frente de uma [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Texto bom de ler do Julio Vasconcellos (Peixe Urbano), desta quinta, na <a href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/mercado/me1509201129.htm" target="_blank">Folha</a>.</p>
<p><strong>Descrição de cargo: CEO de &#8216;start-up&#8217;</strong><br />
<em><br />
Uma função essencial da liderança é contratar uma equipe que seja melhor do que a própria liderança</em></p>
<p>UM BELO dia ao acordar me deparei com uma nova realidade em minha vida: estava à frente de uma empresa com centenas de funcionários e que crescia em ritmo de deixar qualquer um atordoado. Tudo isso com mínima experiência prévia de gestão da minha parte.</p>
<p>Com um pouco mais de um ano de empresa, tive minha primeira crise existencial: Qual era a minha função como CEO? Como deveria estar investindo meu tempo? Será que havia algum cumprimento ou saudação secreta que eu ignorava?</p>
<p>Parti para buscar as respostas com algumas pessoas que já haviam passado (e sobrevivido!) por experiência parecida. Conversei com diversos líderes de empresas similares à nossa e de outras bastante diferentes. Eis as lições que aprendi ao tentar definir as funções do CEO em uma &#8220;start-up&#8221;.</p>
<p>O primeiro ensinamento que ouvi por repetidas vezes é o de que não há uma definição fechada ou absoluta. Embora no começo tenha resistido, por achar que tais afirmativas não contribuíam para minha busca, logo percebi que eram cruciais para definir o meu cargo.</p>
<p>Cada pessoa tem seu estilo próprio e cada empresa tem suas necessidades específicas -cabe a cada um definir como os dois devem se encaixar da melhor forma. Enquanto o melhor para a Apple foi ter um CEO como Steve Jobs, visionário em design, para a Ambev foram essenciais a ênfase em excelência operacional e a gestão preconizadas por Lemann, Telles e Sicupira.</p>
<p>Partindo do princípio de que a definição do meu cargo seria única para mim, defini três elementos centrais, todos bastante interligados, na minha descrição: definir estratégia e visão, liderar a comunicação e a cultura e escalar a organização.</p>
<p>A definição da estratégia e a visão da empresa são o ponto de partida e o mapa que ajudam a organização a traçar um caminho de como atingir o sucesso. Embora as melhores estratégias sejam as mais simples e lógicas, o processo para chegar a elas pode ser complexo.</p>
<p>No nosso caso, foi fruto de dezenas de discussões, ao longo de mais de um ano, entre a liderança da empresa e os membros do conselho. Também acredito que, embora a visão para o futuro deva ser estável, a estratégia de como realizá-la deve estar em constante evolução, adaptando-se a realidades do mercado assim como aos aprendizados que vão sendo incorporados.</p>
<p>A cultura da empresa é seu DNA e é elemento essencial na sua habilidade de executar uma estratégia vencedora. Cabe à liderança personificar a cultura que se deseja na empresa -querendo ou não, suas atitudes e ações definirão a cultura da organização.</p>
<p>Além de liderar pelo exemplo, cabe ao CEO ser o comunicador central da empresa, não só para reforçar a cultura da organização e seus valores centrais, mas também para difundir a estratégia e a visão para todos. Uma comunicação constante e clara é essencial para gerar esse alinhamento e o indispensável foco no que cada um deve fazer para realizar a visão da empresa.</p>
<p>Um elemento fundamental para uma &#8220;start-up&#8221; é a habilidade de escalar a organização à medida que a empresa e o mercado crescem, muitas vezes em ritmos aceleradíssimos. Escalabilidade é o que mantém a empresa funcionando de forma cada vez mais eficaz, seja com 10 ou com 10 mil funcionários.</p>
<p>Utilizo o acrônimo POP para descrever os três pilares de como manter a escalabilidade -pessoas, organização e processos. Uma função essencial da liderança é buscar contratar uma equipe que seja melhor do que a própria liderança.</p>
<p>Sempre buscando pessoas não para a organização que existe hoje, mas para aquela que existirá quando a visão for plenamente realizada. Além das pessoas certas, é essencial montar equipes e organizar a casa para que a empresa consiga gerar os melhores resultados.</p>
<p>Para pessoas e organizações fluírem bem também são necessários processos que traduzam as melhores práticas e garantam eficiência. Finalmente, é indispensável manter um espaço aberto para que a troca de ideias e de conhecimento ocorra de maneira saudável, preservando, assim, a flexibilidade e a rapidez que são elementos essenciais para a sobrevivência de uma &#8220;start-up&#8221;.</p>
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		<title>APENAS PESSOAS</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Sep 2011 20:49:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Belo</dc:creator>
				<category><![CDATA[DIMENSTEIN]]></category>
		<category><![CDATA[INOVAÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[LIDERANÇA]]></category>

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		<description><![CDATA[Dá pra entender perfeitamente o motivo que leva tantas pessoas a estudar, pesquisar e escrever sobre a forma de elevar a motivação, alegria e produtividade dos funcionários. Contudo, é algo tão óbvio, algo tão enraizado no mundo da publicidade e do design, que é difícil digerir tanto alvoroço. De qualquer maneira, belo o texto do [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Dá pra entender perfeitamente o motivo que leva tantas pessoas a estudar, pesquisar e escrever sobre a forma de elevar a motivação, alegria e produtividade dos funcionários. Contudo, é algo tão óbvio, algo tão enraizado no mundo da publicidade e do design, que é difícil digerir tanto alvoroço. </p>
<p>De qualquer maneira, belo o texto do <a href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff1109201118.htm" target="_blank">Dimenstein</a>, na Folha, de 11/7/11. E melhor ainda deve ser o livro que ele se refere (<a href="http://www.amazon.com/Progress-Principle-Ignite-Engagement-Creativity/dp/142219857X/ref=sr_1_1?ie=UTF8&#038;qid=1315947267&#038;sr=8-1" target="_blank">O Princípio do Progresso</a>). Tem um trecho disponível para leitura, por <a href="http://catracalivre.folha.uol.com.br/2011/09/confira-um-trecho-do-livro-o-principio-do-progresso/" target="_blank">aqui</a>, em inglês.</p>
<p>A coluna também está disponível e liberada pelo <a href="http://catracalivre.folha.uol.com.br/2011/09/o-principio-do-progresso/" target="_blank">Catraca Livre</a>.</p>
<p><strong>O princípio do progresso</strong><br />
<em>Há uma ilusão entre executivos de que jogar duro e pagar muito seria a receita de sucesso</em></p>
<p>Todos os dias, 238 profissionais de sete empresas confidenciavam num diário como se sentiam no trabalho. No anonimato, tinham liberdade total de escrever o que bem entendessem, relatando raivas, frustrações e alegrias. Nem eles nem os pesquisadores, todos psicólogos, sabiam que, daquelas confissões, surgia involuntariamente um indicador tanto para saber até que ponto uma empresa estava condenada a não criar um ambiente propício para a inovação, correndo o risco de ir mal nos negócios, como para, ao contrário, saber se a empresa estava sendo capaz de implementar descobertas importantes, que atraíssem lucros.</p>
<p>Os diários, recheados com os 64 mil comentários, transformaram-se num estudo intitulado &#8220;O Princípio do Progresso&#8221;, recém-lançado pela editora da escola de negócios de Harvard e indicado como leitura obrigatória por publicações especializadas em recursos humanos.</p>
<p>Da leitura dos diários, constatou-se que o ânimo do empregado para se engajar em inovações depende, em primeiro lugar, de uma sensação de progresso individual obtida cotidianamente. &#8220;O progresso está nas pequenas conquistas, quando as pessoas se sentem aprendendo, descobrindo soluções e superando obstáculos&#8221;, diz Teresa Amabile, uma das autoras do estudo, psicóloga pós-graduada em Stanford e professora da escola de negócios de Harvard, onde desenvolve pesquisas sobre criatividade empresarial. Isso significa, em poucas palavras, que a empresa deve ter um ambiente aberto à experimentação e à aprendizagem. &#8220;O valor da aprendizagem aparece na frente de reconhecimento ou dinheiro para manter o entusiasmo&#8221;, acrescenta.</p>
<p>O foco da investigação foram equipes que trabalhavam em projetos inovadores, gente de quem se exige que encontre soluções, e não apenas que repita o que já se faz, fugindo do que especialistas em recursos humanos batizaram de &#8220;aposentadoria mental&#8221;. Apenas uma empresa, na qual os empregados revelaram, em seus diários, ter encontrado constante prazer na experimentação, conseguiu desenvolver um produto inovador.</p>
<p>Naquela que teve as piores considerações dos funcionários, o resultado foi um desastre. &#8220;Não apenas não gerou nada de novo como também, logo depois de nossa pesquisa, foi vendida para uma firma menor&#8221;, afirma a professora. Romper barreiras da inovação exige muito engajamento e ânimo. Um dos exemplos, segundo Teresa, é o Google. &#8220;Eles determinaram que seus funcionários teriam 20% de seu tempo para pesquisar o quisessem. Assim nasceu, entre outras coisas, o gmail.&#8221;</p>
<p>Com os questionários já tabulados, Teresa Amabile resolveu ampliar sua investigação. Mandou então um questionário a 699 executivos para saber quais eram os fatores que mais influenciavam o ânimo dos empregados. &#8220;O fator &#8216;progresso&#8217; não apareceu em primeiro lugar&#8221;, constata. Significa quase só 5%. Há uma ilusão entre executivos de que jogar duro e pagar muito seria a receita de sucesso. &#8220;O que motiva, pelo menos na geração de inovação, é o prazer da conquista, não a cobrança.&#8221;</p>
<p>Está aí, certamente, um dos motivos por que os jovens preferem abrir suas empresas &#8211; as chamadas start-ups &#8211; e por que está cada vez mais difícil para grandes grupos atrair e reter jovens talentos.</p>
<p>O que esse estudo descobriu é o fato de que as empresas inovadoras têm de assegurar um espaço institucional de desordem para gerar progresso. Apesar de a investigação ter sido focada em equipes que tinham projetos específicos, Teresa acha que o &#8220;princípio do progresso&#8221; vai muito além: não se sobrevive, num ambiente competitivo, sem renovação constante.</p>
<p>Uma pesquisa realizada pelo Gallup revelou recentemente um recorde de desânimo entre os trabalhadores americanos, o que foi traduzido por economistas em números: a falta de engajamento tiraria cerca de R$ 500 bilhões da economia, em decorrência da perda de produtividade.</p>
<p>PS- Coloquei um trecho do livro &#8220;O Princípio do Progresso&#8221; na internet (www.catracalivre.com.br) para quem quiser obter mais dados. O que aprecio nesse estudo é a ideia de que a melhor empresa é uma escola de aprendizagem permanente, que obriga a reciclar os papéis. Quem manda terá de ser quem ajuda a aprender. </p>
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		<title>CIRANDA E DESTINO</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Aug 2011 17:45:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Belo</dc:creator>
				<category><![CDATA[FDC]]></category>
		<category><![CDATA[LIDERANÇA]]></category>
		<category><![CDATA[SABEDORIA]]></category>

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